ENREDO
O Julgador deverá observar:
A CONCEPÇÃO
CONCEPÇÃO é a idéia do Enredo.
CONCEPÇÃO é a criação artística
do Enredo enquanto peça
literária que objetiva o desfile
de uma Escola de Samba.
São fatores que balizam a
análise da CONCEPÇÃO do Enredo:
-
A sua ‘brasilidade’, ou seja, as
suas raízes e/ou influências na
Cultura Brasileira;
-
A sua originalidade, ou seja, a
sua capacidade de ser criativo,
imaginoso e/ou inventivo;
-
O seu argumento, ou seja, a sua
resposta, o seu conteúdo, a
fundamentação de sua idéia;
-
O seu roteiro, considerando-se
que é ele que define a forma do
Enredo, o seu desenvolvimento
seqüencial, o encadeamento das
diversas partes (Alas,
Alegorias, Grupos, etc.) e a sua
capacidade de desenvolver o
argumento proposto.
A REALIZAÇÃO
REALIZAÇÃO é a concretização da
idéia do Enredo.
REALIZAÇÃO é a criação artística
do Enredo na Avenida.
São fatores que balizam a
análise da REALIZAÇÃO do Enredo:
-
A sua adequação ao argumento e
ao roteiro, ou seja, o
desenvolvimento harmonioso do
tema como espetáculo (desfile de
Escola de Samba);
-
A sua clareza, ou seja, a sua
capacidade de fácil compreensão
e assimilação;
-
O seu aproveitamento no que
concerne à exploração e
enriquecimento do tema.
Constitui deslize grave o fato
de não serem apresentadas, em
desfile, Alegorias que constem
do roteiro fornecido pela
Escola, se a ausência dessa (s)
Alegoria (s) alterar o perfeito
entendimento do Enredo.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
A eventual inclusão de qualquer
tipo de ‘merchandising’
(explícito ou implícito) em
Enredos;
-
Pequenas divergências eventuais
entre o roteiro escrito e o que
for realmente apresentado em
desfile, entendendo-se, como
tal, aquelas que não alteram a
‘espinha dorsal’ do conteúdo do
Enredo;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
FANTASIAS
O Julgador deverá observar:
A CONCEPÇÃO
CONCEPÇÃO é a idéia das
Fantasias.
CONCEPÇÃO é a criação artística
das Fantasias.
São fatores que balizam a
análise da CONCEPÇÃO das
Fantasias:
-
A adequação ao Enredo, cumprindo
a função de transmitir, com suas
formas, as diversas partes do
conteúdo do Enredo;
-
A sua originalidade, ou seja, a
sua capacidade de ser criativa,
imaginosa e/ou inventiva,
observando-se a maneira própria
de utilizar, recriar e/ou
estilizar formas;
-
As suas variedades,
diversidades, demonstrando a
capacidade de criação na
exploração das potencialidades
do Enredo.
A REALIZAÇÃO
REALIZAÇÃO é a concretização da
idéia das Fantasias.
REALIZAÇÃO é a forma como a
criação artística das Fantasias
se apresenta na Avenida.
São fatores que balizam a
análise da REALIZAÇÃO das
Fantasias:
-
Os seus efeitos individuais e em
conjunto, ou seja, a impressão
causada pelas formas e pelo
entrosamento, utilização,
exploração, distribuição e
adequação de materiais e cores;
-
A sua capacidade de adequação à
dança própria e característica
dos desfilantes de Escolas de
Samba, ou seja, a capacidade de
permitir a livre e espontânea
movimentação, agilidade,
empolgação e vibração dos
desfilantes, sejam os de Alas,
Grupos e/ou Conjuntos;
-
Os seus acabamentos, cuidados na
confecção e uniformidade de
detalhes dentro das mesmas Alas,
Grupos e/ou Conjuntos (igualdade
de calçados, biquinis, soutiens,
shorts, meias, chapéus e outros
complementos, quando ficar
nítida esta proposta).
Constitui deslize grave a
ausência de chapéus, sapatos e
outros complementos das
Fantasias de componentes da
Bateria, quando ficar nítida que
a proposta das Fantasias era
originalmente com a presença
desses elementos das
indumentárias.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
As Fantasias de ‘Destaques’,
‘Figuras de Composição’ e de
outros componentes que venham
sobre Alegorias, pois estas
estarão sendo julgadas como
parte integrante das unidades
alegóricas e, conseqüentemente,
pelos Julgadores daquele Quesito
(Alegorias e Adereços);
-
As Fantasias das Comissões de
Frente, dos Mestres-Salas e
Porta-Bandeiras, pois estas
estarão sendo avaliadas pelos
Julgadores dos respectivos
Quesitos (Comissão de Frente e
Mestre-Sala e Porta Bandeira);
-
A eventual inclusão de qualquer
tipo de ‘merchandising’
(explícito ou implícito) em
Fantasias;
-
A eventual presença de
desfilantes com a genitália
desnudada;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
ALEGORIAS e ADEREÇOS
O Julgador deverá observar:
A CONCEPÇÃO
CONCEPÇÃO é a idéia das
Alegorias.
CONCEPÇÃO é a criação artística
das Alegorias.
São fatores que balizam a
análise da CONCEPÇÃO das
Alegorias:
-
A adequação ao enredo, cumprindo
a função de transmitir, com suas
formas e efeitos as diversas
partes do conteúdo do Enredo,
devendo, necessariamente,
possuir significados;
-
A sua originalidade, ou seja, a
sua capacidade de ser criativa,
imaginosa e/ou inventiva,
observando-se a maneira própria
de utilizar, recriar e/ou
estilizar formas;
-
As suas variedade e
diversidades, demonstrando a
capacidade de criação na
exploração das potencialidades
do Enredo.
A REALIZAÇÃO
REALIZAÇÃO é a concretização da
idéia da Alegoria.
REALIZAÇÃO é a forma como a
criação artística das Alegorias
se apresenta na Avenida.
São fatores que balizam a
análise da REALIZAÇÃO das
Alegorias:
-
Os seus efeitos individuais e em
conjunto, ou seja, a impressão
causada pelas formas e pelo
entrosamento, utilização,
exploração, distribuição e
adequação de materiais, cores e
componentes fantasiados
(‘Destaques’ e ‘Figuras de
Composição’);
-
Os seus acabamentos, cuidados na
confecção;
-
A sua capacidade funcional de
permitir o perfeito andamento do
desfile (movimentação dos
desfilantes).
Constitui deslize grave a
utilização de carros motorizados
sem que estejam embutidos ou
caracterizados nas Alegorias.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
O eventual retorno e/ou
retrocesso de Alegorias na
pista, durante o desfile das
respectivas Escolas;
-
A quantidade de Alegorias, no
que se refere aos limites máximo
e mínimo fixados pelo
Regulamento;
-
Questões inerentes ao ineditismo
de alegorias;
-
As medidas das alegorias, no que
se refere aos limites fixados
pelo Regulamento;
-
A existência, ou não, de
equipamentos se segurança para
as pessoas que desfilam sobre
Alegorias;
-
A eventual inclusão de qualquer
tipo de ‘merchandising’
(explícito ou implícito) em
alegorias;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
BATERIA
O Julgador deverá observar:
O ANDAMENTO RÍTMICO
São fatores que balizam a
análise do ANDAMENTO RÍTMICO de
uma Bateria:
-
A manutenção regular e a
sustentação da cadência dada
pelo ritmo;
-
A marcação firme e precisa,
podendo ser variada e
diversificada através de breques
e/ou paradas, sendo que a volta
à cadência, corretamente,
evidenciará a versatilidade da
Bateria;
-
A constância e a
inalterabilidade do ritmo;
-
A perfeita conjugação dos sons
emitidos pelos vários
instrumentos.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
O eventual embolamento do som
durante a estada no recuo da
bateria, em virtude da falta de
condições técnicas do local;
-
A quantidade de componentes da
Bateria, no que se refere ao
limite mínimo de componentes
fixado pelo Regulamento;
-
O fato de qualquer Bateria não
parar defronte às Cabines de
Julgamento e/ou não estacionar
nos recuos próprios;
-
A eventual pane do carro de som
e/ou do sistema de sonorização
da Avenida;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
O Julgador deverá observar:
A LETRA
LETRA é a interpretação
literária do Enredo.
A LETRA pode ser descritiva ou
interpretativa.
A LETRA é interpretativa a
partir do momento em que conta o
Enredo sem se fixar em detalhes,
mas contendo, implicitamente, a
idéia, o espírito dos principais
itens do Enredo.
Seja interpretativa ou
descritiva, a LETRA deverá
ater-se ao tema a ser
desenvolvido pela Escola em
desfile.
São fatores que balizam a
análise da LETRA do
Samba-Enredo:
-
A adequação ao enredo, o
cumprimento de sua função de o
conteúdo do Enredo;
-
A sua riqueza poética, sua
beleza e seu bom gosto;
-
A sua objetividade, clareza e
precisão, sem a preocupação com
a rigidez da gramática
normativa, sendo, portanto,
toleradas possíveis
transgressões;
-
A sua originalidade, ou seja, a
sua capacidade de ser criativa,
imaginosa e/ou inventiva;
-
A sua adaptação à melodia, ou
seja, o perfeito entrosamento
dos versos, palavras e/ou
sílabas, com o desenho melódico.
A MELODIA
São fatores que balizam a
análise da MELODIA do
Samba-Enredo:
-
A sua riqueza melódica, sua
beleza e o bom gosto de seus
desenhos musicais;
-
A sua originalidade, ou seja, a
sua capacidade de ser criativa,
imaginosa e/ou inventiva;
-
A sua harmonia musical facilitar
a cadência da Bateria e
propiciar o canto e a dança dos
desfilantes, sem dispêndio de
esforço físico;
-
A sua característica musical
própria, enquanto ritmo de
samba.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
A eventual inclusão de qualquer
tipo de ‘merchandising’
(explícito ou implícito) em
Sambas-Enredos;
-
A eventual pane do carro de som
e/ou sistema de sonorização da
Avenida;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
HARMONIA
Harmonia, em desfile de Escola
de Samba,
É o entrosamento entre o ritmo e
o canto,
Observando-se a distribuição dos
componentes da Agremiação.
O Julgador deverá observar:
A HARMONIA DO CANTO
HARMONIA DO CANTO é a
constatação da perfeita
igualdade do canto da letra e da
melodia do Samba-Enredo pela
totalidade dos componentes da
Escola.
São fatores que balizam a
análise da HARMONIA DO CANTO:
-
A manutenção de sua tonalidade;
-
A sua continuidade e
inalterabilidade.
Constitui desliza grave o
fenômeno chamado de
‘atravessamento do samba’ que,
no caso da HARMONIA DO CANTO,
ocorre quando uma parcela dos
componentes canta uma parte da
letra, enquanto outra parcela
concomitantemente canta outra
parte da mesma letra, entoando
outros versos.
A HARMONIA DO SAMBA
HARMONIA DO SAMBA é o
entrosamento da melodia do samba
com o ritmo.
-
Também na HARMONIA DO SAMBA pode
ocorrer o fenômeno do
‘atravessamento do samba’, ou
seja, quando houver divergência
entre o ritmo imprimido à Escola
pela Bateria, que não é mantido
e/ou acompanhado pelo canto da
melodia do Samba.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
A eventual pane do carro de som
e/ou do sistema de sonorização
da Avenida;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
O Julgador deverá observar:
A MOVIMENTAÇÃO DOS DESFILANTES
MOVIMENTAÇÃO DOS DESFILANTES é o
andamento da dança, com
movimentos progressivos e
contínuos, no ritmo do samba e
de acordo com a cadência e
marcação impostas pela Bateria.
São fatores que balizam a
análise da MOVIMENTAÇÃO DOS
DESFILANTES:
-
A espontaneidade;
-
A criatividade;
-
A empolgação;
-
A vibração;
-
A agilidade;
-
O vigor.
Constitui deslize grave o
retrocesso e/ou retorno à pista
de Alas, Destaques e/ou
Alegorias durante o desfile.
A COESÃO DO DESFILE
Na análise da COESÃO DO DESFILE
deve ser considerada a
manutenção de espaçamento o mais
uniforme possível entre as Alas
e as Alegorias.
Constitui deslize grave a
abertura de claros (‘buracos’)
entre ou dentro das alas, exceto
aqueles que ocorram por
necessidades técnicas naturais,
como, por exemplo, os espaços
exigidos para:
-
Exibição de Mestres-Salas, Porta
Bandeiras e Passistas;
-
Coreografias especiais que
exijam a existência de espaços
físicos para tal (‘Alas de Passo
Marcado’, ‘Grupos de Capoeira’,
‘Comissões de Frente’, etc);
-
Colocação e retirada da Bateria
de seus recuos próprios.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
A eventual pane do carro de som
e/ou do sistema de sonorização
da Avenida;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
O Julgador deverá observar:
A APRESENTAÇÃO
A APRESENTAÇÃO da Comissão de
Frente tem a função de saudar o
público e pedir passagem para o
desfile, considerando-se que a
Comissão de Frente é o primeiro
contingente humano e a pé a
entrar na Avenida.
A APRESENTAÇÃO da Comissão de
Frente pode ocorrer de duas
formas bem distintas, a saber:
-
A maneira tradicional;
-
De modo adequado ao Enredo.
São fatores que balizam a
análise da APRESENTAÇÃO da
Comissão de Frente:
-
O cumprimento de sua função
precípua de saudar o público e
pedir passagem para o desfile da
Agremiação, tudo isso de forma
gentil, graciosa, comunicativa
e/ou carnavalesca;
-
A sua atitude de acordo com a
sua proposta de desfile, ou
seja:
·
Se de maneira tradicional, com
alinhamento, garbo e elgância;
·
Se coreografada, com execução
perfeita, coordenada e com
nítida e precisa sintonia de
movimentos.
A INDUMENTÁRIA
São fatores que balizam a
análise da INDUMENTÁRIA da
Comissão de Frente:
-
A concepção de indumentária,
observando-se:
·
A elegância, quando se
apresentar de forma tradicional,
ou seja, trajada de fraques,
casacas, summers, ternos,
smokings, etc;
·
A sua originalidade, quando
apresentar-se de forma adequada
ao Enredo, onde deverá ser
considerada a sua capacidade de
ser criativa, imaginosa e/ou
inventiva, observando-se a
maneira própria de utilizar,
recriar e/ou estiliziar formas.
-
A sua realização, observando-se:
·
A adequação à função da Comissão
de Frente;
·
O seu efeito, ou seja, a
impressão causada pelas formas e
pelo entrosamento, utilização,
exploração, distribuição e
adequação de materiais;
·
O seu acabamento, cuidado na
confecção e uniformidade de
detalhes (igualdade de sapatos,
chapéus e outros complementos da
indumentária, quando ficar
nítida esta proposta).
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
A quantidade de componentes da
comissão de Frente, no que se
refere aos limites máximo e
mínimo fixados pelo Regulamento;
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de “conjunto” do desfile
de cada Agremiação.
MESTRE–SALA e
PORTA-BANDEIRA
O Julgador deverá observar:
A APRESENTAÇÃO
São fatores que balizam a
análise da APRESENTAÇÃO do
Mestre-Sala e da Porta-Bandeira:
-
A sua dança, considerando que
não sambam, ou seja, executam um
bailado no ritmo do samba, com
passos e características
próprias, com meneios e mesuras,
giros, meias-voltas e torneados,
observando-se a criatividade do
casal, com respeito à manutenção
das tradições, o que equivale
dizer que não devem ser
considerados malabarismos e
acrobacias, que nada têm a ver
com essa dança;
-
A harmonia do par que, com
graça, leveza e majestade, deve
apresentar uma seqüência de
movimentos coordenados onde
fique evidenciada a apresentação
integrada do casal; nesse
sentido, o Mestre-Sala deve
desenvolver gestos e posturas
elegantes e corteses que
demonstrem reverência à sua dama
[a Porta-Bandeira], sendo que
constitui deslize a ocorrência
de formas bruscas, vulgares e
grosseiras de comunicação verbal
e/ou gestual do casal, que, em
nenhum momento pode se chocar
corporalmente;
-
A postura com dignidade
compatível com a função do
casal, esclarecendo-se que:
·
A função do Mestre-Sala é
cortejar e apresentar a
Porta-Bandeira, bem como
proteger o pavilhão da
Agremiação;
·
A função da Porta-Bandeira é
conduzir e apresentar o pavilhão
da Escola, sempre desfraldado e
sem enrolá-lo em seu próprio
corpo ou deixá-lo sob a
responsabilidade do Mestre-Sala.
A INDUMENTÁRIA
São fatores que balizam a
análise da INDUMENTÁRIA do
Mestre-Sala e da Porta Bandeira:
-
A sua adequação à função do
casal, esclarecendo-se que
constitui deslize a perda, mesmo
que acidental, de parte da
indumentária, como, por exemplo,
chapéus, sapatos, resplendores,
etc;
-
Os seus efeitos individuais e em
conjunto, ou seja, a impressão
causada pelas formas e pelo
entrosamento, utilização,
exploração, distribuição e
adequação de materiais e cores,
podendo, ou não, estar ligado ao
enredo;
-
Os seus acabamentos, cuidados na
confecção.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
Questões inerentes a quaisquer
outros QUESITOS, notadamente a
visão de ‘conjunto’ do desfile
de cada Agremiação.
CONJUNTO
O Julgador deverá observar:
A VISÃO GERAL DO DESFILE
Na análise da VISÃO GERAL DO
DESFILE deve haver a atenção
básica com o ‘todo’ do desfile,
ou seja, como a Escola se
apresenta de forma geral,
integrada, sem se preocupar com
detalhes e minúcias específicas
de outros QUESITOS, pois os
mesmos já estão recebendo notas
pelos respectivos julgadores.
São fatores que balizam a
análise da VISÃO GERAL DO
DESFILE:
-
A unidade com que a Escola se
apresenta em todas as suas
formas de expressão (musical,
dramática, visual, etc);
-
A seqüência integral de sua
apresentação enquanto espetáculo
progressivo, respeitando-se suas
características próprias.
O JULGADOR NÃO DEVERÁ LEVAR EM
CONSIDERAÇÃO:
-
A quantidade de componentes das
Alas de Baianas e de Crianças,
no que se refere aos limites
fixados pelo Regulamento;
-
A eventual presença de pessoas
do sexo masculino integrando
Alas de Baianas;
-
As quantidades totais de
componentes de cada Escola, no
que se refere aos limites mínimo
e máximo fixados pelo
Regulamento;
-
A eventual pane do carro de som
e / ou do sistema de sonorização
da Avenida.
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